Rebentei. Esperei dias, e dias. Mantive uma esperança durante um ano, e agora percebi realmente que « tu não vales a pena ». Foste demasiado só para mim. Chorei por ti noites seguidas, sonhava que um dia irias voltar e que ia voltar a ter-te aqui, diante de mim como antes tinha. Mas quando acordava derramava-me entre lágrimas, e sempre foste um medo. Sempre tive medo de te perder, e foi o que aconteceu. Sempre que tentava ir á procura de respostas ás minhas perguntas tratavas-me com 10 pedras na mão! E porquê? Que mal é que eu te fiz? SEMPRE te protegi, sempre te dei um ombro para chorares e obrigado por me fazeres isto tudo. Deves ter um grande motivo para o fazer. Mas sabes? O ponto fraco desta situação foi uma “marca”. Uma marca profunda, bem la no fundo que tu deixaste quando entraste. Mas como sempre ouvi dizer que o que é bom acaba depressa, resumo-te a tudo isso. Eras o meu melhor amigo, o meu grande apoio, a minha fonte de forças, aquele alguém que sempre esteve lá quando os outros viravam costas ou se punham a andar. Espero que um dia valorizes tudo, mas mesmo tudo aquilo que fiz por ti até hoje, porque a partir deste preciso momento, virei-me de lado. Perdeste qualidades e no que depender de mim irás perder cada dia, cada hora mais e muito mais. Quero e irei conseguir fazer de ti na minha vida tudo aquilo que fizeste de mim. Só não vou descer a um nível tão baixo como o teu de me tratares mal! Até nunca.
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